Célio Gurgel leva a série “Equânimes” à SP-Arte 2025, em São Paulo

Até domingo (6), o artista plástico Célio Gurgel participa da SP-Arte 2025 com a série “Equânimes”, no espaço da Galeria Leonardo Leal, instalado no emblemático Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A presença do artista no evento representa não apenas o reconhecimento de sua produção no cenário contemporâneo, mas também um momento de conexão com um dos mais importantes espaços de visibilidade da arte na América Latina.

A SP-Arte é hoje uma das maiores feiras de arte do hemisfério sul, reunindo dezenas de galerias brasileiras e internacionais, instituições culturais, curadores, colecionadores e críticos. Mais do que uma feira, ela é uma plataforma de projeção global para artistas em diferentes momentos de carreira, além de ser referência na difusão da arte contemporânea. Participar da SP-Arte é estar no centro das discussões e movimentos que moldam o presente e o futuro da arte.

Neste contexto de efervescência criativa, Célio Gurgel apresenta “Equânimes”, uma série de esculturas sintéticas que refletem sua investigação sobre o equilíbrio entre forças opostas. Para o artista, a realidade é um campo de tensões constantes — entre forma e vazio, estrutura e instabilidade, silêncio e impulso. Suas obras nascem do desejo de estabilizar o que é, por natureza, instável. Cada escultura parece suspensa em um ponto de delicada precisão, como se o equilíbrio fosse atingido não pela simetria, mas pelo confronto entre elementos em tensão.

“Equânimes” é, assim, um exercício visual sobre a coexistência de contrários. Em um mundo marcado pela instabilidade, as obras de Gurgel propõem uma poética do ajuste, da contenção e do movimento controlado. É nesse espaço — entre o rigor formal e a sensibilidade da matéria — que o artista encontra sua linguagem, reafirmando-se como uma voz singular na escultura contemporânea brasileira.

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